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28 04 2007

Rage Against the Machine | Música

Sempre quis dedicar um post ao Rage Against The Machine. Banda que se destacou por suas letras ácidas e riffs marcantes, submetidos pelos urros de Zack de la Rocha e por um dos maiores guitarristas da atualidade, Tom Morello.

Sua repercussão como uma banda de atitude começou no festival Lolapalloza, onde subiram ao palco nus e com uma fita adesiva na boca, protestando contra uma organização americana que era a favor da censura nas músicas. Além das incontáveis vezes em que queimaram a bandeira dos E.U.A. e organizaram campanhas beneficentes pró Mumia-Abu-Jamal, Anti-Nazi League e Rock for Choice.

Definitivamente uma banda que marcou minha adolescência, refrões como o da música Killing In The Name Of, Freedom, Wake Up, Bulls On Parade e Testify ressoam em minha memória até hoje. Só pra constar, dois de seus clipes foram dirigidos por um cineasta tão polêmico quanto eles, Michael “Fahrenheit 9/11 “Moore.

Rage Against The Machine – 1992
Evil Empire – 1996
Battle For Los Angeles – 1999
Renegades – 2000

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Green Day | Música

Fui a muitos shows na minha vida, já vi Iron Maiden, Bad Religion, Helloween, Vandals, Angra, Offspring, Voodoo Glow Skulls, etc. Sem mencionar os nacionais (estes, sempre com performances que deixam a desejar, salvo Dead Fish). Mas, o melhor, o mais eufórico e inesquecível foi o show do Green Day, em 1998.

Na época, a banda veio para promover o recém lançado “Nimrod”, o melhor álbum do grupo até hoje. Me lembro de como o trio incendiou o show, literalmente. A cada música que se passava Billie Joe dava mais de si e exigia mais do grupo.

O público correspondia, não somente nas músicas de trabalho como “Basket Case” e “When I Come Around”, mas em cada acorde e batida extraídos dos instrumentos. Canções como “King for a Day” e uma versão ultra-distorcida de “Time of Your Life”, por si só, já valeriam o alto custo do ingresso.

Fora minha experiência pessoal e identificação com o grupo, Green Day, ao lado de Offspring redefiniram a música em idos de 1994, fato que permeou até meados do ano 2000. Emplacaram uma série de hits, performances antológicas em apresentações ao vivo e elevaram o status de underground para o mainstream.

Hoje, ambos os grupos perderam um pouco do fôlego, o que seria inevitável, mas que Green Day, em especial, é uma banda criativa e que surpreende, isso ninguém pode negar.


1.039/Smoothed Out Slappy Hours
– 1990
Kerplunk – 1991
Dookie – 1994
Insomniac – 1995
Nimrod – 1997
Warning – 2000
International Superhits – 2001
Shenanigans – 2002
American Idiot – 2004

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Audioslave | Música

O Audioslave é uma das bandas mais promisoras da nova geração. E mesmo sob as críticas desconstrutivas que assolaram seu segundo álbum, Out of Exile, o trio remanescente do RATM, aliados à bela voz de Chris Cornell, se mantém como uma banda de atitude, respeito e excelente musicalidade.

O entrosamento entre os ex-Rage Against the Machine e o ex-Soundgarden superou as expectativas de todos. Os músicos tinham contratos em vigor com duas grandes gravadoras, mas um acordo raro na indústria fonográfica, lhes permitiu seguir com seu projeto.

E a atitude que citei acima pode ser vista essencialmente nas letras do grupo, como retrata “Wide Awake”, do álbum mais recente, que é uma crítica ao descaso de Bush com as vítimas de Nova Orleans.

Audioslave – 2002
Out of Exile – 2005
Revelations – 2006

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Foo Fighters | Música

Minha experiência musical com esta banda é de longa data. Não bastasse a performance de um dos bateristas mais lendários, no caso, Dave Grohl, quando integrante do Nirvana. Foo Fighters obviamente não influenciou uma geração como fizera a banda de Kurt Cobain e Kris Novoselic, mas sua musicalidade se altera e se aprimora em cada novo álbum.

Ao contrário de ex-membros que integram uma banda famosa e depois vivem à sombra da mesma para fazer suas incursões na mídia, o Foo Fighters de Dave Grohl, sempre se mostrou capaz por seu próprio mérito. “This is a Call”, “Big Me” e “I´ll Stick Around”, todas do primeiro álbum vêm para provar isso.

E só pra constar, “Everlong”, “My Hero” e “Best of You” podem integrar qualquer trilha sonora de uma vida, caso alguém se dispusesse a fazê-lo. É uma das bandas que não cessam de tocar aqui no meu player.

Foo Fighters – 1995
The Colour And The Shape – 1997
There´s Nothing Left To Loose – 1999
One By One – 2002
In Your Honor – 2005

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Bruce Dickinson | Música

É uma pena. Uma pena que quando fui ver o show do Iron Mainden, Bruce Dickinson havia saido da banda e Blaze Bailey era quem havia assumido os vocais, ele é um ótimo cantor também, mas substituir Bruce é tarefa das mais árduas e ingratas.

O carisma e dedicação de Bruce Dickinson são feitos raros na história do rock, poucos “ídolos” sabem lidar tão bem com o público como ele. E se já não bastasse, Bruce é um ativista por convicção, o que fica explícito em suas letras quando tratam de assuntos como guerra e a ganância humana.

Seus talentos ultrapassam o dom vocal, ele também é considerado um guitarrista acima da média, estudou literatura e história, é editor e esgrimista e atualmente apresenta um programa na rádio britânica 6 Music e também tem um programa no Discovery Channel, sobre aviação.

Tatooed Millionaire – 1990
Balls To Picasso – 1994
Skunkworks – 1996
Accident Of Birth – 1997
The Chemical Wedding – 1998
Tyranny Of Souls – 2005

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Beastie Boys | Música

Dá pra acreditar que os Beastie Boys já abriram shows da Madonna? Pois é, B.B é um grupo que surpreende e isso começou quando 3 rapazes brancos e uma garota (sim, e ela era baterista) decidiram optar por um estilo musical a que parecia ser exclusivo dos negros, o Hip Hop.

No início seu som era mais voltado ao punk-hardcore, mas foi sob a hostilidade dos rappers tradicionais que eles alcançaram relativo sucesso com o álbum “Licensed to Ill”. Vale resssaltar que os royalties de “Shambala” e “Bodhisattva Vow” foram doados ao Milarepa Fund, organização dedicada a promover a consciência a respeito das injustiças feitas contra Tibetanos pelo governo Chinês.

O trio coleciona hits, destaco aqui “Fight For Your Right”, “Sabotage”, “Hey Ladies”, “Sure Shot”, “Gratitude”, “Body Movin” e uma de minhas preferidas, “Intergalatic”.

Licensed to Ill – 1986
Paul´s Boutique – 1989
Check Your Head – 1992
Ill Comunication – 1994
The In Sound From Way Out – 1996
Hello Nasty – Parte 1 | Parte 2 – 1998
To The 5 Boroughs – 2004


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