Filmes De Terror Asiaticos

25 08 2014

 

http://filmow.com/listas/filmes-asiaticos-de-suspense-e-terror-l11937/

http://japanesehorrorfilms.blogspot.com.br/

http://elessandroalternativo.blogspot.com.br/2013/06/terror-asiaticos-os-10-melhores-filmes.html

http://depoisdocinema.blogspot.com.br/2011/10/top-10-terror-asiatico.html

http://cinemadeterrorasiatico.blogspot.com.br

http://minhavisaodocinema.blogspot.com.br/2013/09/top-10-filmes-de-terror-asiaticos.html

http://hordadehostis.blogspot.com.br/2013/11/os-10-melhores-filmes-de-terror-japones.html

http://101horrormovies.com/category/asiatico/

http://asianhorrorfilme.blogspot.com.br/





http://www.modelmayhem.com/1761514

17 02 2014

http://www.modelmayhem.com/1761514





Classe Média

10 12 2007





Absurdo!!

26 11 2007

Menina de 15 anos presa em cela com 20 homens no Pará diz ter mantido relações sexuais em troca de comida

RIO – A jovem de 15 anos que foi mantida numa cela com 20 homens por cerca de um mês em Abaetetuba, no nordeste do Pará, disse ao Conselho Tutelar que era obrigada a manter relações sexuais em troca de comida. Os relatos da adolescente, detida por furto, foram transcritos e serão encaminhados ao Ministério Público. Nesta quarta-feira, os conselheiros vão denunciar o caso a um promotor.

Os conselheiros chegaram até a delegacia de Abaetetuba após receber uma denúncia anônima. Ela foi liberada e está num abrigo, onde receberá apoio psicológico. O superintendente da Polícia Civil da cidade alega que não sabia que a jovem era menor de idade.

 

Se ela dissesse que era de menor seria dado um outro procedimento


– Se ela dissesse que era de menor seria dado um outro procedimento – diz Fernando Cunha, que tem uma cópia da certidão de nascimento da adolescente. – Não existe ala destinada a mulher – completou Cunha.Os conselheiros conversaram com a menor e disseram que ela sofreu nas mãos dos presos.- Ela se submetia a abuso sexual. Mantinha relação sexual com os presos em troca de comida, porque até então ela não tinha parentes que tinham conhecimento da situação em que ela se encontrava – conta Diva Andrade, conselheira tutelar.

Celina Hamoy, representante do Centro de Menores, disse que a menina deveria ter sido apresentada aos pais quando foi detida.

– Deveria ter sido feito o termo circunstanciado na delegacia e então no primeiro dia útil levaria-se ao Ministério Público, se fosse o caso, para apuração do ato infracional – explica.

Na terça-feira, o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, classificou de “hedionda e intolerável” a situação da menina.

 

É algo impensável no mundo moderno


– É algo impensável no mundo moderno, além de um grave ataque ao sistema constitucional brasileiro. O episódio é gravíssimo, por não se reconhecer no Brasil os direitos das crianças e adolescentes, o tratamento especial que elas devem receber do Estado, que não pode tratá-las como se fossem marginais – disse Britto, que pretende levar o tema para discussão na Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da OAB.Secretária de Segurança mandou abrir investigação A secretária de segurança pública do Pará, Vera Lúcia Tavares, mandou abrir sindicâncias para apurar o caso.- Vamos apurar o fato de quem a culpa, tanto na corregedoria da polícia civil como na corregedoria do sistema penal, a maior punição é a exoneração – afirma Vera.

A secretária disse que a cadeia de Abaetetuba não tem ala feminina porque parte do prédio foi destruída depois de uma rebelião, mas que isso não justifica a atitude dos policiais.

Link da notícia >> o globo

COM A NOTÍCIA inicial , veio a impressão de ser um caso que ultrapassou muito os atos de barbarismo policial, mas, como dizem de tantos outros, isolado. Logo ficou evidente que a novidade não estava na prisão de uma menina de 15 anos em cela com 20 homens, que a estupraram durante 26 dias, em uma delegacia de polícia. A novidade estava só na revelação pública do caso. Feita a primeira, logo apareceu a segunda, em outra cidade, com uma moça de 23 anos como vítima. E, ao fim de quatro dias, a governadora do Pará, da qual até então só se soubera de sua permanência no Rio – não em reuniões sobre o assunto, mas, naturalmente, com empresários -, de volta ao seu palácio informou ser a prisão de mulheres em celas com homens, como alimento jogado às feras, “uma prática lamentável, que, infelizmente, já acontece há algum tempo”.
A governadora Ana Júlia Carepa não faltou, porém, com a velha palavra tranqüilizante e dignificadora, como é próprio dos governantes: “O governo do Estado não compactua com a violação dos direitos humanos e vai apurar os fatos com rigor”. Compactua, sim. E não só o Estado, assim impessoal. A cadeia de Abaetetuba está sob a responsabilidade de policiais que, por sua vez, estão sob a responsabilidade da administração estadual, cujo maior responsável é, sempre e só, o governador ou governadora. Nada é impessoal nesse colar de responsabilidades.
E, no caso das responsabilidades pelo que ocorreu à menina e a governadora informa ocorrer “há algum tempo” a mulheres presas, trata-se de crime. Pelo qual a governadora Ana Júlia Carepa deveria determinar a pronta prisão dos autores e suspeitos, em vez do simples afastamento, claro que remunerado, para inquérito administrativo. Deixar de fazê-lo é mais um modo de compactuar com aquele e com o abrandamento de outros crimes da polícia do Pará, por certo a mais bárbara do país.
Por acaso ou não, a entrevista da governadora foi acompanhada pela divulgação simultânea, na sede européia da ONU, de um relatório que afirma haver “tortura sistemática no Brasil”. Já não era assunto para a governadora. O ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, reagiu com a necessária negação: “Não existe tortura sistemática no Brasil”, quando ocorre nas prisões “não é como regra”.
A tortura é sistemática, sim. Criadas pelas chamadas autoridades de ontem e mantidas pelas de hoje, as condições das cadeias brasileiras são práticas de tortura fotografadas, filmadas, expostas em jornais e revistas e exibidas publicamente em cinemas e na tv: três, quatro vezes a quantidade de pessoas admissível nas celas exíguas em presídios e delegacias, revezando-se para dormir, sem arejamento, sem sol, com iluminação mínima, em imundície geral, fedor terrível e comida nojenta ou deteriorada – por meses sucessivos, para milhares, por ano após ano. Não são celas: são jaulas, onde quem não é fera ao entrar, encontra todos os motivos para sair transformado em fera.
Isso não é regra no Brasil? E não é uma forma de tortura? Se narrado como episódio da Alemanha nazista, o que ocorreu à menina paraense seria o quê, senão um crime de tortura da bestialidade nazista? E até onde as cadeias brasileira diferem daquelas típicas dos regimes mais barbaramente criminosos?
Os que criam e mantêm tudo o que é sistemático nas cadeias brasileiras não são o balconista da farmácia e o gari. Há 11 meses, 27 governadores tomaram posse, mas até hoje não se soube que um só deles se voltasse com ação efetiva contra as formas de tortura praticadas, com freqüência, já no ato mesmo de prender, até o encarceramento em delegacias e, por fim, nos presídios das revoltas sucessivas. Se a governadora Ana Júlia Carepa pode ter algum consolo, é a de que tem a seu lado 26 governadores compactuando com a tortura sistemática.
Por mais eficiente que seja a prática de só chamar de tortura determinados métodos de extorquir afirmações, não se diminui a verdade de que o Brasil é um país praticante de tortura como norma. O que não é regra, é minoria, são delegacias e presídios que não neguem o art. 5º-III da Constituição: “Ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante”.

Transcrito da Folha de São Paulo (25/11/07).





Music is the key…

15 11 2007

Bad or good, misunderstood
Inside we’re all the same
Time will fly by, your love may lie to you
Get on up and try again

Be colour blind, not narrow-minded
Playing silly games
The time has come to unify
And live in peace again

There are times in my life
When I wish the world was a better place
No more war and no more pain
No more suffering and no more hate

When we could all reach for the stars
Nothing to stand in our way
Forward, onward, upward
Together

Music is the key, together we are strong
And nothing is impossible
If you see the beauty that’s in everyone
Music mends and heals all broken hearts

Life’s a lonesome journey if
We try it on our own
It’s better to move together
Than to try and walk alone

Concerned, be wary of the dangers
Out there in the night
Step out of the darkness people
And come into the light

There are times in my life
When I wish the world was a better place
No more war and no more pain
No more suffering and no more hate

When we could all reach for the stars
Nothing to stand in our way
Forward, onward, upward
Together

Music is… music is the… music… music is the key





Por que sofremos tanto por amor ?

24 10 2007

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
Mas das coisas que foram sonhadas
E não se cumpriram.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer,
Apenas agradecer por termos conhecido
Uma pessoa tão bacana,
Que gerou em nós um sentimento intenso
E que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.

Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos
O que foi desfrutado e passamos a sofrer
Pelas nossas projeções irrealizadas,
Por todas as cidades que gostaríamos
De ter conhecido ao lado do nosso amor
E não conhecemos,
Por todos os filhos que
Gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
Por todos os shows e livros e silêncios
Que gostaríamos de ter compartilhado,
E não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.

Sofremos não porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós,
impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.

Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!

A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.
Fé é colocar seu sonho à prova!

Carlos Drummond de Andrade

você deposita toda sua fé e forças em seus sentimentos mais verdadeiros e qual é o final da história??

você acredita em destino??

acredito que nada é por acaso…





ESTA NOITE ENCARNAREI NO TEU CADÁVER

15 10 2007


Parte 1: http://www.mediafire.com/?4nr0lvzd7wg
Parte 2: NOVOhttp://www.filefactory.com/file/83297d
(ANTIGO – http://www.mediafire.com/?fepngx5yntm)
Parte 3: http://www.mediafire.com/?0d1g2ztlihs
Parte 4: http://www.mediafire.com/?e3ddvr4mzcz
Parte 5: http://www.mediafire.com/?bzw6umdfnjd
Parte 6: NOVOhttp://www.filefactory.com/file/5dacd7
(ANTIGO – http://www.mediafire.com/?8dym9wrf40t)
Parte 7: http://www.mediafire.com/?1nywnv1syyy
Parte 8: NOVOhttp://www.4shared.com/file/26020590/ddc69af0/1967_Esta_Noite_Encarnarei_No_Teu_Cadverpart8.html
(ANTIGO – http://www.mediafire.com/?2zmizetfdqb)

Caracteríticas do download:
– Qualidade do video: DVDRip
– Resolução: 480×304 px
– Duração: 1h50m29s (por conta de um introdução a la Cine Thrash)
– Video Bitrate: 106 Kbps
– Taxa de quadros: 23 fps
– Áudio: Lame MP3
– Audio Bitrate: 169 Kbps
– Idioma do áudio: Português do Brasil
– Formato do filme: AVI
– Compactação do filme: XVID
– Compactação do arquivo: WinRAR
– Tamanho do arquivo: 716.982 Mb (divividos em em 8 partes)
– Lengendas: Não

– IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0060380/
– Site: http://www2.uol.com.br/zedocaixao/cinema/07_estanoite.htm

Produção/lançamento:
Produzido em 1966. Lançado em 13 de março de 1967 (São Paulo/ SP). Preto e Branco/Colorido. 107 min.

Dados técnicos:
Produtor Augusto Pereira de Cervantes (Ibéria Filmes) Diretor José Mojica Marins Produtores Associados José Mojica Marins e Antonio Fracari Diretor de Produção Antonio Fracari Argumento e Roteiro José Mojica Marins Diálogos Aldenoura de Sá Porto Diretor de Fotografia Giorgio Attili Assistente de Câmera Nuvem Branca Montagem Luiz Elias Cenógrafo José Vedovato Distribuição em Vídeo Omni Vídeo/ EUA Something Weird Video (This Night I Will Possess Your Corpse) Elenco José Mojica Marins, Roque Rodrigues, Nádia Tell, William Morgan, Tina Wohlers, Nivaldo de Lima, Tânia Mendonça, Osvaldo de Souza, Arlete Brazolin, Mina Monte e Laercio Laurelli (dublador da voz de José Mojica Marins).

Sinopse:
Após sobreviver ao ataque sobrenatural do final de “À Meia Noite Levarei Sua Alma” Zé do Caixão continua na busca obsessiva da mulher ideal capaz de gerar o filho perfeito. Com a ajuda do fiel criado Bruno, ele rapta seis belas moças, submetendo-as às mais terríveis torturas. Só a mais corajosa sobreviverá ao teste e poderá ser a mãe de seu filho. Mas Zé comete um crime imperdoável ao assassinar uma moça grávida. Atormentado pela culpa de ter morto uma mulher inocente, ele sofre um pesadelo no qual é levado para um inferno gelado, onde reencontra suas vítimas – numa espetacular sequência em cores, com cerca de 8 minutos.

Curiosidades:
– Filme perseguido pela Ditadura brasileira (aliás, o Mojica foi um dos cineastas que mais sofreu, se não for o que mais sofreu). Submetido à Censura, o filme foi inteiramente vetado com os censores propondo a alteração das falas. No filme idealizado por Mojica, Zé do Caixão originalmente confirmava sua descrença em Deus gritando “Eu não creio. Não creio”. Para a liberação foi exigida uma mudança de 180 graus, e Zé do Caixão passava a dizer o texto imposto pelos censores: ‘Deus, Deus… Sim… Deus é a verdade! Eu creio em tua força. Salvai-me! A cruz, cruz, padre…!’.”(entre 1:49:02 e 1:49:25 do filme para download). Mojica, que produzira o filmes sob muitas dificuldades, acabou aceitando – claro, o arrependimento do Zé não cola e vendo o filme vocês vão perceber o quão ridícula foi a censura. Então, pra saber como é o final do filme idealizado pelo Mojica, é só ignorar a fala do Zé nessa hora (que estará de costas para a câmera, comprovando nisso também a decisão tosca dos censores jumentos – pombas, se o filme inteiro é “perigo” pra sociedade, então mudar o desfecho resolveria?).

– Dominando melhor os recursos cinematográficos, Marins realizou um clássico do cinema de horror nacional, marcante pela inventividade ao abusar dos clichês do gênero.

– A sequência passada no inferno é espetacular, tem 8 minutos e foi rodada a cores, sendo o restante do filme em preto & branco.

– A conclusão com a terceira parte da trilogia estreará em 2008 nos cinemas. Há outros filmes com o Zé do Caixão, mas aparecendo em outro contexto, como “O Exorcismo Negro” (em que o Mojica enfrenta sua criação), “O Ritual dos sádicos” (usado numa experiência psiquiátrica), e como o anfitroão de “A estranha hospedria dos prazeres”. Outros personagens marcantes seriam o excêntrico professor Oaxiac Odéz (dum episódio do “O Estranho mundo do Zé do Caixão”) e Finis Hominis (de “Finis Hominis” e “Quando os Deuses Adormecem”).